segunda-feira, 25 de setembro de 2017

"Felicidade"

A ciência por muito tempo não enxergou a felicidade. Só em 1998, Martin Seligman, pesquisador da Universidade da Pensilvânia, especialista em depressão, deu uma palestra e pediu que os cientistas começassem a se preocupar com as qualidades humanas e não com os defeitos. Então surgiu a psicologia positiva que descobriu que a felicidade está sob nosso controle e que não precisamos ficar inertes, esperando ela dar as caras. Descobriram o que você pode fazer para ser mais feliz e não é pouca coisa.

O primeiro passo para conhecer a ciência da felicidade está em entender como o nosso cérebro registra o tempo. Para eles, o presente não existe. Dura poucos segundos antes de se tornar uma memória armazenada na nossa cabeça. Esse fato é o maior obstáculo para a felicidade. Para que sintamos felizes no presente, algo de bom teria de acontecer conosco o tempo todo.

Não dá para ser feliz o tempo todo. O segredo está em armazenar e criar memórias felizes, que poderão ser revisitadas para sempre. O criador dessa teoria é Daniel Kahneman, psicólogo obcecado em entender como o nosso cérebro funciona. Segundo ele, o presente não dura mais que três segundos. Vivemos entre o eu do presente e o eu do passado e somos feitos essencialmente de memórias. Para ser mais feliz, então, é preciso mexer no passado.

Para o psicólogo, os dois eus não costumam concordar. O eu presente é péssimo em influenciar a nossa felicidade, que foi determinada pelos acontecimentos mais recentes.

O que a neurociência coletou para aumentar a felicidade?

Como hackear o passado – mexa no presente para deixar o passado do futuro mais feliz.

1- Multiplique as boas lembranças – viaje para dois lugares diferentes.
2- Gaste seu dinheiro com experiência, não com objetos – gastar dinheiro com coisas que ficam na memória, que gerem sensações: as experiências. Invista num show de que você goste.
3- Não se preocupe com os momentos ruins da vida – seu cérebro vai transformá-los em algo bom – quando falamos sobre os pontos baixos da vida, nossa percepção sobre eles muda. O acontecimento ruim pode virar anedota ou numa experiência de formação de caráter no futuro.
4- Mude a rotina – agite o dia. É a maneira simples de hackear a memória.
5- Deixe o melhor para o final – deixe as atividades prazerosas para o final do dia.

O poder do foco – meditação é um bálsamo para a mente. Diminui a ansiedade, o estresse, a dor e a depressão.
1 – Coloque-se numa posição confortável;
2 – Marque o tempo no celular;
3 – Feche os olhos;
4- Concentre-se nos movimentos da sua respiração, observando a entrada e saída do ar;
5 – Um mantra pode ajudar;
6 – Observe os pensamentos que vêm e vão, sem se engajar neles. O essencial é não deixar o cérebro escapar para pensamentos aleatórios;
7. Coma meditando;
8. Ande meditando – foque para não dar espaço à ansiedade ou sofrimentos.

O estado de graça (flow – fluxo) – mais prazer – passar tempo com os amigos íntimos; socializar depois do trabalho; relaxar; almoçar; jantar.

Somos capazes de botar o nosso cérebro em um estado mental prazeroso quando quisermos. O flow exige imersão e concentração, usar o cérebro no limite. Quando conseguimos, o mundo ao redor desaparece, o tempo começa a voar. Há a sensação de felicidade. Artistas e atletas são especialistas em alcançar esse estado. Quem corre está nos limites da concentração, coordenação e autocontrole. Escrever, compor, pintar e dançar exige criatividade, memória e imaginação. Cozinhar, fazer tricô, montar trens em miniaturas, aprender mandarim. Se seu trabalho não proporciona esse estado, você deve procurar algo que o faça. Muita habilidade e muito desafio é disso que o flow é feito.

Um antídoto para a tristeza – O que determina a felicidade é a velocidade com que os acontecimentos ruins serão superados. É conseguir se recuperar da adversidade mais rápido. Se as condições ideais não estão ao alcance, nosso cérebro se prepara para se contentar com a segunda melhor opção disponível. Mulheres idosas solteiras chegam à velhice com mais amizades significativas. As defesas da felicidade podem ser turbinadas com práticas diárias. O otimismo é a chave da imunidade, ter uma visão otimista sempre ajuda. Não existiria som, se não houvesse o silêncio. Não existe prazer sem dor. Só é feliz quem conheceu a tristeza.

Gratidão – surgiu em 2015 nas redes sociais, viralizou a não realidade. Gratidão é fonte real de felicidade. Detector de coisas boas, quando agradecemos pelo bom da vida, ficamos mais conscientes. Pessoas gratas apreciam mais as coisas simples da vida. O be-a-bá da gratidão – dedique cinco minutos para agradecer alguém que te ajudou. Anote três coisas boas que aconteceram no dia.

Nada – nada mesmo – é mais importante do que as pessoas – cerque-se de pessoas, primeiro da família e depois de amigos. Aprendemos a cuidar uns dos outros, a trabalhar em grupo.

Felicidade - o tempo todo é insustentável, tanto a alegria extrema com a tristeza profunda. Viver em êxtase, atrás da felicidade delirante é perigoso. Foque na calma e no contentamento. Viver em paz é o arroz com feijão que nos mantém vivos.

Felicidade é amor. Ponto final.

Artigo publicado na Revista Superinteressante (mês setembro/17) e resumido pela Coordenadora Pedagógica Eliana Prata.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

"Século XXI e o combate às discriminações"

Bulling. Racismo. Xenofobia. Todas essas discriminações afetam diversas pessoas no mundo contemporâneo e estão presentes há anos. Na história do Brasil, negros, índios e imigrantes foram vítimas de agressões e preconceitos, ora no período colonial, ora na fase republicana. Sendo assim, o convívio com as diversidades étnicas, sexuais e quaisquer outros estereótipos ainda são um impasse que a sociedade brasileira enfrenta. No entanto, é possível mudar esse cenário com a criação de campanhas que busquem aproximar as pessoas, disseminando o amor e o respeito ao próximo.

É indubitável que tais discriminações afetam o desenvolvimento nacional. De acordo com o físico Einstein, “No mundo atual, é mais fácil destruir um átomo do que acabar com o preconceito”. Seguindo essa linha de pensamento, nota-se a dificuldade de resolver a problemática dos preconceitos, tanto racial, quanto sexual, entre outros, visto que cada dia mais ouvem-se notícias de violência contra aqueles que são considerados “diferentes”. Entretanto, é possível solucionar isso com ideias baseadas na ética e na solidariedade.

Percebe-se também que tais problemas são oriundos de uma sociedade que forma cidadãos preconceituosos. Conforme afirma Rousseau, “O ser humano por si só é bom, porém a sociedade o corrompe”. Observa-se, assim, que o meio em que uma pessoa é criada irá interferir em suas atitudes futuras, caso sejam preconceituosas ou não. Nota-se, dessa forma, a importância de se difundir valores que visam o amor e o respeito entre os indivíduos.

Entende-se, portanto, que é possível atenuar a problemática com algumas medidas. Uma delas é a promoção de campanhas solidárias que visem a aproximação das pessoas por meio de caminhadas e eventos comunitários. Outra medida é, por meio da parceria entre as famílias e as escolas, a realização de aulas sobre as diversidades presentes no país a fim de educar os alunos para que não sejam racistas, homofóbicos ou xenofóbicos. Tais ações devem ser feitas pelo Estado juntamente com ONG’s, escolas, famílias e instituições religiosas para que se alcance uma sociedade justa e igualitária.



Aluno: Augusto Souza Campos Durant

2ª série "B" - Ensino Médio

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

"O dilema da doação de órgãos no Brasil"

A doação de órgãos é uma forma indiscutivelmente digna de ajudar a sociedade em que se está inserido. Aqueles diagnosticados com morte encefálica, por exemplo, são potenciais doadores, porém, no Brasil, o destino de seus órgãos não depende apenas do doador, mas também de sua família, que legalmente decidirá se haverá a doação ou não. O problema é que, ainda hoje, quase metade das famílias brasileiras ainda rejeita a doação de órgãos de um parente, realidade que precisa ser modificada a partir de uma mudança cultural na visão da sociedade sobre o assunto de nosso país.

Nos séculos iniciais da colonização brasileira, principalmente após 1600, o Brasil dominado pelos portugueses também passou a ser dominado ideologicamente pela instituição predominante na Europa: a Igreja Católica. Os jesuítas vieram ao chamado novo mundo para catequizar os indígenas, e um dos dogmas incorporados na raiz cultural de nosso país foi a ressurreição, ou seja, a crença de que ressuscitamos após a morte no mesmo corpo. Portanto, até os dias atuais, inconscientemente, somos influenciados por tal ideologia, um fator cultural que implica uma suposta necessidade de conservar o corpo dos falecidos, o que é feito ainda por muitas famílias.

Dessa forma, é indubitável a necessidade de uma mudança cultural para que as famílias como um todo aceitem o processo de doação de órgãos dos parentes. Segundo o pensador Emanuel Kant, somos o que nossa educação faz de nós do ponto de vista sociológico. Tendo isso em vista, é claro o papel da educação na formação do indivíduo não só como profissional, mas como ser humano e, consequentemente, na formação de seus ideais, ainda mais em relação a essa questão da doação de órgãos.

Ainda levando em consideração o papel da educação com relação à formação individual, pode-se afirmar que a educação brasileira falha ao não ensinar os benefícios desse tipo de ato aos futuros doadores ou familiares de um doador em potencial. Isso dificulta o aumento na taxa de famílias que aprovariam as doações e é ainda a principal barreira na doação de órgãos no Brasil, já que a doação somente pode ser autorizada pela família daquele que poderia doar.

Em síntese, dada a necessidade da aprovação familiar e o caráter cultural dos empecilhos para a doação de órgãos no Brasil, são urgentes medidas governamentais para o combate. É dever do Ministério da Educação implementar no currículo escolar obrigatório noções acerca da doação de órgãos e seus benefícios: salvar vidas ou melhorá-las sem prejudicar a ninguém. Essa implementação, a longo prazo, formará indivíduos capazes de compreender a relevância da questão que, sendo futuros doadores ou parentes de doadores, farão a diferença. E, assim, estaremos educando uma nova geração de mentes pensantes que superará as barreiras com relação à cultura e que se tornarão futuros salvadores de vidas.



Aluna: Anaclara da Silva Reis

Turma: 3ª série - Ensino Médio

Profa. Dra. Priscila Toneli

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Produção textual dos alunos do Ensino Médio CNSD

Textos acima da média produzidos para o vestibular da UFU 2016

Texto 1: Carta argumentativa

Uberlândia, 3 de junho de 2017

Senhor Ministro da Saúde,

Sou uma cidadã preocupada, filha de médicos, e acompanho o desenvolvimento da medicina brasileira desde meu nascimento. Atualmente, com o crescente estímulo capitalista o qual o Brasil incorporou, cresce também o interesse econômico por trás de um fato que me trouxe a escrever ao senhor esta carta, a grande medicalização de aspectos antes considerados normais, problema que acarreta o consumismo de fármacos por parte da população, a qual precisa ser mais protegida pelo Ministério da Saúde, Ministério o qual é representado por Vossa Senhoria.

Cada vez mais, surgem novas doenças decorrentes de pesquisas que se tornaram possíveis com o desenvolvimento da medicina no país. Por outro lado, é imprescindível que haja a formulação de remédios para curar essas novas patologias, como foi o caso do coquetel destinado a portadores da AIDS, o qual tornou o Brasil pioneiro em sua distribuição gratuita e permitiu significativa melhora na vida dos portadores, os quais eram discriminados pela sociedade graças à manifestação macroscópica de sua imunodeficiência. Entretanto, o mercado farmacêutico, sendo beneficiado com o aumento de doenças a serem tratadas, aproveita-se do cenário atual de uma medicina mais avançada, alienando o povo brasileiro, o qual se vê cada vez mais obrigado a comprar medicamentos para combater “doenças” inexistentes.

Essa “má” medicalização, senhor ministro, fez com que o povo passasse a consumir remédios como consome qualquer outro produto, o que percebo ao analisar os clientes de meus pais, os quais possuem verdadeiras “farmácias caseiras”. Além disso, como toda a população do país, são compradores de remédios para diminuir a oleosidade da pele, para ajudar no emagrecimento de senhoras amargas, para tirar maus odores, que não existem, para “curar” TDAH de seus filhos que são bagunceiros, entre outras novas “doenças”, que há apenas décadas eram consideradas normalidades, mas que foram medicalizadas, atendendo aos interesses tanto de farmacêuticos, quanto de médicos associados a eles.

Dessa forma, como é dever do estado, mais especificamente do Ministério da Saúde, creio ser uma urgência a melhoria na fiscalização e o estabelecimento de padrões com relação à produção farmacêutica, discernindo quais remédios são realmente necessários à população e quais não são, além da exigência de receitas médicas no momento da compra dos remédios, com exceção daqueles que devem ser utilizados com urgência, buscando frear tal indesejável medicalização da vida de todos nós.

Desde já agradeço pela atenção,

Josefa.
Texto redigido pela aluna Anaclara da Silva Reis, da 3ª série A.


Texto 2: Relato

Memórias derretidas

As primeiras manhãs foram as piores depois que conseguimos alojamento em um dos poucos cubículos subterrâneos do Brasil. Deparava-me o tempo todo com o teto prateado e opaco que certamente refletia o ar sulfuroso do lado de fora. Depois, me acostumei. Não fazia muito sentido preocupar-me com um céu azul que já não existia e, depois de alguns meses, fiquei cansada de me assustar com a ideia de que todas as cores do mundo tinham sido lavadas pela radiação.

O passado era uma lembrança caótica, meio reverente, quase irreal. Mas, de certa forma, decepcionei-me com ele na primeira manhã, quando me arrastei de um dos cantos malcheirosos do contêiner que agora chamávamos de lar. O alarme soara de madrugada e não houve muito o que fazer, lembrava-me sempre. Corremos até a praia carioca apinhada de moradores desesperados e dominamos o bunker como se não houvesse mais chance alguma. Papai pagara um preço muito alto para manter uma vaga em períodos de necessidade e, como presidente, conseguiu um bom canto onde poderíamos passar a noite ao som das explosões. A maioria das outras pessoas não teve a mesma sorte, logo vi. Certamente foram pelos ares junto com os estilhaços mortais que tilintavam em alto e bom som.

Alguns aventureiros se arriscaram a filmar a terra desértica assim que os tremores explosivos terminaram, mas os terroristas haviam feito um bom trabalho: achamos que poderíamos escalar até a superfície, mas nenhum de nós, nem mesmo os homens que subiram, banqueiros ricos e milionários ociosos, sabíamos da química letal que os rebeldes muçulmanos usaram para construir a bomba.

Eles avisaram, é claro. Avisaram assim que Donald Trump aliou-se à França na guerra contra o terrorismo. Avisaram novamente quando destruíram metade do Vaticano na semana do Natal, e de novo quando sobrevoaram os ares com camicases que tingiam o céu com fumaça cinzenta. Mas as escolas diziam que guerras nucleares seriam difíceis de se concretizar, e continuariam dizendo se não tivessem se perdido em milhões de pedregulhos amorfos junto com os homem-bomba.

Naquela primeira manhã, depois de me arrastar do canto fedorento e de ter lamentado a morte dos homens destemidos que se entregaram à radiação da superfície, sentei-me em um círculo junto dos meus companheiros e liguei o transmissor de vídeo à pilha. Talvez tivéssemos a sorte de ver os últimos segundos de filmagem daquela câmera resistente, que derretia à luz da radiação e se dissolvia, borrando um mundo infértil e sem salvação. Foi a última cena antes do fim. O fim do mundo e o fim da vista que tínhamos dele. Virei meu rosto no final, porque não podia ver mais nada. Dei de cara com uma das paredes monótonas e, desde então, decidi que deveria me acostumar com elas.

Texto redigido pela aluna Júlia Barbassa França da 3ª série A.

Professora Dra. Priscila Toneli

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

"Ética na política e na sociedade"

A ética no cotidiano e na política brasileira sempre mostrou-se com um viés duvidoso, em parte pela cultura da população nacional e, em parte, pela realidade do governo, que nunca mostrou-se totalmente isento de práticas corruptas, mesmo nos primeiros anos de Brasil. Portanto, nota-se que a moral no cotidiano e na política brasileira deriva de uma cultura secular corrupta e de ilegalidade, aliada à desordem pública regente.

 A colonização do Brasil deu-se, historicamente, de maneira intensiva e exploratória e, como colônia, a região apenas tinha valor no campo da matéria-prima e do abastecimento da metrópole portuguesa. De fato, o mercantilismo existente no século XVI propiciava o distanciamento ético dos colonizadores em prol do enriquecimento. Como jovem nação, o novo mundo incorporou tal desvio moral à sua realidade, o que, lamentavelmente, persiste até os dias atuais. Surge, a partir daí, uma cultura antiética e corrupta, que passou a margear tanto a política quanto o cotidiano social da maneira que Marx chama de determinante: o local onde uma sociedade se estabelece, aliado à cultura apresentada ao povo determina um comportamento.

Além da cultura corrupta, nota-se que a falta de ética brasileira é justificável pela desordem política sempre constante na história nacional. Se em um primeiro momento a realidade monárquica propiciava o abuso do poder e a polarização política, durante a república, a hierarquia constitucional raramente foi respeitada. Segundo Montesquieu, a criação dos três estados (legislativo, executivo e judiciário) diminuiria a concentração do poder nas mãos de um só governante e tornaria a ética uma realidade social. Apesar de adotar tal modelo, a distribuição das obrigações políticas no Brasil não foi respeitada e a corrupção serviu para burlar a hierarquia. Com isso, reforça-se a constante antiética brasileira, que, a partir disso, apenas foi aceita com mais naturalidade política e socialmente.

Como resposta à problemática da cultura e da desordem política como precursoras do desvio ético e moral no Brasil, surge a necessidade do melhor vistoriamento do trabalho governamental pela própria sociedade, para que a divisão dos poderes seja obedecida. Tal ato deve ser alcançado por meio da participação em assembleias abertas ao público e por meio de manifestações organizadas. Além disso, é preciso que as escolas brasileiras pratiquem desde cedo a valorização da ética em detrimento da corrupção, para que as crianças, mesmo jovens, repudiem a ausência da moral e valorizem o caminho ético.


Dissertação argumentativa estilo ENEM escrita pela aluna Júlia Barbassa França da 3ª série A 

*Esse texto faz parte de projeto desenvolvido pela Professora Dra. Priscila Toneli na área de Linguagens e Códigos, coordenada pelo Professor Abimael.